Meus olhos se fecharam por alguns segundos
Estava cansado de ver a mesma paisagem durante muito tempo
Mas quando lentamente retomei o foco
Algo estava diferente
A paisagem mudara
O fundo continuava o mesmo
Mas a personagem principal havia mudado
Agora aquele cenário tinha ganhado vida
O cinza da cidade ganhou tons de surpresa com o choque de teus cabelos vermelhos
A lua cheia iluminava o azul de teus olhos
A imagem bucólica da selva de pedra
Agora tinha traços suaves de tua beleza infantil
O sorriso expontâneo e a falta de pudor
Transformando a lógica de uma vida inteira
Em palavras soltas sussurradas para ninguém ouvir
Naquele instante perdi a racionalidade
E me entreguei enfim ao impossível
Agora minha vida é viver prá ti amar
Não prá te conhecer, prá te conceber humana
Mas prá sempre te amar
Como o maior dos anjos
A beleza mais sublime de todos devaneios
O amor maior de te idealizar
E te saber perfeita
O desejo de te encontrar é que me impulsiona
Mas não te encontrar
Me dá um sentido
Te amar, sem te saber
Te idealizar, prá me manter são e viver
PS.: O amor melhor é aquele que não acontece, o amor melhor é aquele que vive na imaginação porque lá ele é perfeito. Morrer de amor por querer amar é melhor que descobrir que o amor morreu! Como entender os humanos, melhor não entender!
quarta-feira, setembro 17, 2008
Claramente perdi a sutileza
Eu tinha idéias convictas sobre o amor
E nelas me apoiava para escrever
Aceitar o amor como sentimento impossível de ser questionado
E nesse amor encontrava inspiração
Mas como tinha que acontecer
Esse amor se esvaiu em mim
E agora só consigo formar frases desconexas...
Já não sei fazer poesias, ou escrever textos
Talvez ainda venha a me encontrar novamente, redescobrir um sentido
Mas no momento nada faz sentido
Viver parece meio irrelevante
Surpresas já não me surpreendem
Mas ainda consigo sorrir, um sorriso amarelo
Mas ainda um sorriso
Eu não vou embora, mas quero saber que tenho essa opção
Eu quero escrever e escrever
E quando me ler depois quero não me entender
Não quero que ninguém entenda
Só quero olhar prá trás e saber
Mesmo quando eu não sabia viver eu vivi
Mesmo quando eu perdi a inspiração eu perseverei
Daqui alguns anos eu lerei isso e me lembrarei
Que mesmo querendo escrever para os outros
Eu sempre quis escrever prá mim
Lucas, abre um sorriso
A idiotice não tem limites
Evolua, cresça e amadureça
Mas prometa que tu não deixará de ser teu idiota
A verdade se encontra no absurdo, nossa vida se encontra no absurdo
Não te esquece desses nossos momentos de verdades constrangedoras
Tu é quem pode saber melhor o que tu precisa
Mensagem do Lucas do passado para o Lucas do futuro!
Eu tinha idéias convictas sobre o amor
E nelas me apoiava para escrever
Aceitar o amor como sentimento impossível de ser questionado
E nesse amor encontrava inspiração
Mas como tinha que acontecer
Esse amor se esvaiu em mim
E agora só consigo formar frases desconexas...
Já não sei fazer poesias, ou escrever textos
Talvez ainda venha a me encontrar novamente, redescobrir um sentido
Mas no momento nada faz sentido
Viver parece meio irrelevante
Surpresas já não me surpreendem
Mas ainda consigo sorrir, um sorriso amarelo
Mas ainda um sorriso
Eu não vou embora, mas quero saber que tenho essa opção
Eu quero escrever e escrever
E quando me ler depois quero não me entender
Não quero que ninguém entenda
Só quero olhar prá trás e saber
Mesmo quando eu não sabia viver eu vivi
Mesmo quando eu perdi a inspiração eu perseverei
Daqui alguns anos eu lerei isso e me lembrarei
Que mesmo querendo escrever para os outros
Eu sempre quis escrever prá mim
Lucas, abre um sorriso
A idiotice não tem limites
Evolua, cresça e amadureça
Mas prometa que tu não deixará de ser teu idiota
A verdade se encontra no absurdo, nossa vida se encontra no absurdo
Não te esquece desses nossos momentos de verdades constrangedoras
Tu é quem pode saber melhor o que tu precisa
Mensagem do Lucas do passado para o Lucas do futuro!
sexta-feira, setembro 12, 2008
Odeio poetas que se dizem poetas
Poetas que sabem ser poetas não são poetas
Poesia é a necessidade de ser compreendido
É a necessidade de ter compaixão
Ser poeta não é felicidade
Não é saber ser alegre
Não é juntar palavras, não ter compreensão
Ser poeta é não encontrar seu lugar no mundo
É não entender porque se vive
Poeta encontra razão em palavras soltas
Vive, solitário todas as emoções
Sem aproveitar nenhuma
É a solidão de nunca se compreender
É saber como amar, mas não saber como demonstrar esse amor
É a dor de saber a resposta, sem saber responde-lá
É encontrar nas palavras
O silêncio
O desafogo
Da própria inquietação
Ser poeta não é ser poeta
É querer ser poeta
Ou simplesmente falar o que todos querem ouvir
Mas ainda assim não saber que fez sentido
Ser poeta é ser amado por muitos
E sofrer por não saber ser amado
Ser poeta, antes de amar
É precisar ser amado
Amado de um amor maior que o possível
É nunca se satisfazer com o amor possível
É precisar de mais amor que existe
É saber o que é ser poeta
E nunca sê-lo
É platônico, utópico
Quem se acha poeta, nunca o é
Poetas que sabem ser poetas não são poetas
Poesia é a necessidade de ser compreendido
É a necessidade de ter compaixão
Ser poeta não é felicidade
Não é saber ser alegre
Não é juntar palavras, não ter compreensão
Ser poeta é não encontrar seu lugar no mundo
É não entender porque se vive
Poeta encontra razão em palavras soltas
Vive, solitário todas as emoções
Sem aproveitar nenhuma
É a solidão de nunca se compreender
É saber como amar, mas não saber como demonstrar esse amor
É a dor de saber a resposta, sem saber responde-lá
É encontrar nas palavras
O silêncio
O desafogo
Da própria inquietação
Ser poeta não é ser poeta
É querer ser poeta
Ou simplesmente falar o que todos querem ouvir
Mas ainda assim não saber que fez sentido
Ser poeta é ser amado por muitos
E sofrer por não saber ser amado
Ser poeta, antes de amar
É precisar ser amado
Amado de um amor maior que o possível
É nunca se satisfazer com o amor possível
É precisar de mais amor que existe
É saber o que é ser poeta
E nunca sê-lo
É platônico, utópico
Quem se acha poeta, nunca o é
Fechado dentro de mim mesmo
Eu viajo pelo mundo
Todos os lugares que visitei de olhos fechados
Todas as histórias que participei de longe
Expectador de dramas alheios
A vida como consequencia de viver
Cada um de nós como personagens principais
O romance autobiográfico
Senhor das escolhas
Prisioneiro do futuro
O destino que não nos foi destinado
Detentores de suas próprias escolhas
Vida real baseada em imaginações
Tudo num relance imaginário
Já não consigo lembrar
Todas as vidas que vivi
Todas as pessoas que fui
Não consigo aceitar
A dor de acender a luz
De abrir os olhos
De deixar a personagem
Mas já viajei tão longe
Que a vida real mais parece outra visão
Sou mais verdadeiro quando finjo ou quando não estou fingindo?
Sou carne ou sentimento?
Quem eu sou?
Será que já existi ou sou imaginação de alguém?
Sou ficção ou sou verdade?
Quem sou afinal?
O que é real? O que é verdade?
Real demais para ser estória, esquisito demais para fazer sentido
E o tempo segue me impondo a dúvida
Real, imaginário?
Não tenho certezas, mas tenho certeza certeza das minhas duvidas!
Eu viajo pelo mundo
Todos os lugares que visitei de olhos fechados
Todas as histórias que participei de longe
Expectador de dramas alheios
A vida como consequencia de viver
Cada um de nós como personagens principais
O romance autobiográfico
Senhor das escolhas
Prisioneiro do futuro
O destino que não nos foi destinado
Detentores de suas próprias escolhas
Vida real baseada em imaginações
Tudo num relance imaginário
Já não consigo lembrar
Todas as vidas que vivi
Todas as pessoas que fui
Não consigo aceitar
A dor de acender a luz
De abrir os olhos
De deixar a personagem
Mas já viajei tão longe
Que a vida real mais parece outra visão
Sou mais verdadeiro quando finjo ou quando não estou fingindo?
Sou carne ou sentimento?
Quem eu sou?
Será que já existi ou sou imaginação de alguém?
Sou ficção ou sou verdade?
Quem sou afinal?
O que é real? O que é verdade?
Real demais para ser estória, esquisito demais para fazer sentido
E o tempo segue me impondo a dúvida
Real, imaginário?
Não tenho certezas, mas tenho certeza certeza das minhas duvidas!
domingo, junho 29, 2008
Até então tinha tudo acabado
A realidade latente e crua ante ao olhar
Os dias comuns empilhados em um calendário qualquer
E então em uma dessas reviravoltas, tão surpreendente quanto o existir
Reviravoltas que são tapas de realidade
Bagunçou tudo que era certo, tudo que era óbvio
E então os dias pareceram únicos, breves, cheios de satisfação
E a minha cara escrachada em face ao espelho
Há muito resignada
Acabou sorrindo por pequenas bobagens
E esse pobre coração que tinha até então desistido, deixado prá lá
Agora bate, na sintonia de uma nova descoberta
Deste jeito simples e sublime
Conhecido e desconhecido
Do jeito do amor
A realidade latente e crua ante ao olhar
Os dias comuns empilhados em um calendário qualquer
E então em uma dessas reviravoltas, tão surpreendente quanto o existir
Reviravoltas que são tapas de realidade
Bagunçou tudo que era certo, tudo que era óbvio
E então os dias pareceram únicos, breves, cheios de satisfação
E a minha cara escrachada em face ao espelho
Há muito resignada
Acabou sorrindo por pequenas bobagens
E esse pobre coração que tinha até então desistido, deixado prá lá
Agora bate, na sintonia de uma nova descoberta
Deste jeito simples e sublime
Conhecido e desconhecido
Do jeito do amor
Toda minha atenção
A este efêmero momento
O sutil brilho dos teus olhos
E a minha visão em plano aberto
O breve instante em que teu sorriso
Sorri para mim
Justificando a confusão de todos esses sentimentos
Juntando pedaços perdidos da minha alma partida
E devolvendo ao meu corpo
Um breve, quase sustenido
Mas sincero e apaixonado sorriso
A este efêmero momento
O sutil brilho dos teus olhos
E a minha visão em plano aberto
O breve instante em que teu sorriso
Sorri para mim
Justificando a confusão de todos esses sentimentos
Juntando pedaços perdidos da minha alma partida
E devolvendo ao meu corpo
Um breve, quase sustenido
Mas sincero e apaixonado sorriso
terça-feira, maio 06, 2008
Era sim outro dia de céu tão azul
E você tão senhora de sí, com aquele meio sorriso
Que arrebata até o coração de quem já não o tem mais
Mas olha o que tu fez
Transformou todos em tolos
Roubou todas as suas crenças
Quem é que age como idiota prá você agora?
Foi o verão mais quente que já se viu
E nunca haverá outro igual
Porque agora os corações estão todos gelados
E a primavera se esconde atrás de cada outono
Mas olha o que tu fez
Nos transformou todos em tolos
Fez questão de acabar com nossas esperanças
Como vamos te entregar tudo o que temos agora?
Foi quando a última lua cheia brilhou
O último sorriso se apagou
E inacreditavelmente você restou só
Tão sozinha como nenhum de nós poderíamos imaginar
Mas olha o que tu fez
Transformou todos em tolos
Só para descobrir que o maior tolo de todos é você
E você tão senhora de sí, com aquele meio sorriso
Que arrebata até o coração de quem já não o tem mais
Mas olha o que tu fez
Transformou todos em tolos
Roubou todas as suas crenças
Quem é que age como idiota prá você agora?
Foi o verão mais quente que já se viu
E nunca haverá outro igual
Porque agora os corações estão todos gelados
E a primavera se esconde atrás de cada outono
Mas olha o que tu fez
Nos transformou todos em tolos
Fez questão de acabar com nossas esperanças
Como vamos te entregar tudo o que temos agora?
Foi quando a última lua cheia brilhou
O último sorriso se apagou
E inacreditavelmente você restou só
Tão sozinha como nenhum de nós poderíamos imaginar
Mas olha o que tu fez
Transformou todos em tolos
Só para descobrir que o maior tolo de todos é você
quinta-feira, maio 01, 2008
E a vida segue serena
De tudo que eu vi
Tudo que eu senti
Em poucos anos
Os sentimentos todos eu senti
Já sofri de amor
E me esqueci
Sofri algumas perdas
E então me reergui
A vida, nua, clara e verdadeira
Eu fui criança, brinquei, sonhei
E então cresci
Adulto descobri que a piada perde a graça
Descobri que os anos passam
Que tudo muda
Demorei para me encontrar
Ou nunca me encontrei
Quanto mais eu sei
Mais fica dificil entender
E de volta a vida
Complicada, estranha
Sempre que penso em deixar prá lá
Penso que quero fazer parte de tudo isso
Penso no que esperavam que eu fosse
E quão diferente me tornei
Penso no que eu poderia ser
E no que eu escolhi ser
Diferente. esquisito
E sem super poderes, sem cópias
Me tornei em algo único
Surpreendente, não para os outros, mas para mim
E toda minha peculiaridade me transforma em comum
Igual a qualquer outro e alguém diferente
Somos todos iguais, sim!
E completamente diferentes...
De tudo que eu vi
Tudo que eu senti
Em poucos anos
Os sentimentos todos eu senti
Já sofri de amor
E me esqueci
Sofri algumas perdas
E então me reergui
A vida, nua, clara e verdadeira
Eu fui criança, brinquei, sonhei
E então cresci
Adulto descobri que a piada perde a graça
Descobri que os anos passam
Que tudo muda
Demorei para me encontrar
Ou nunca me encontrei
Quanto mais eu sei
Mais fica dificil entender
E de volta a vida
Complicada, estranha
Sempre que penso em deixar prá lá
Penso que quero fazer parte de tudo isso
Penso no que esperavam que eu fosse
E quão diferente me tornei
Penso no que eu poderia ser
E no que eu escolhi ser
Diferente. esquisito
E sem super poderes, sem cópias
Me tornei em algo único
Surpreendente, não para os outros, mas para mim
E toda minha peculiaridade me transforma em comum
Igual a qualquer outro e alguém diferente
Somos todos iguais, sim!
E completamente diferentes...
sábado, abril 19, 2008
Saudade
Eu inventei batalhas
Outras desculpas, novos inimigos
Para acalmar a revolta que me consome
Procurei pelos inimigos
Malditos vilões, óbvios culpados
Lutei sem cessar, sem descanso
Por ideais rasos, superficiais
Por ideologias absurdas, infâmes
Mas não consegui a trânquilidade para o meu peito
E essa saudade das lutas que não pude combater
Essa nostalgia, que queima, das coisas que não vivi
Minha juventude por um pouco de rebeldia
Desperdiçada em revoltas banais
Saudades de quando podia mudar o mundo
Saudade da diferença que nunca fiz
Mas que sempre estive disposto a fazer
Outras desculpas, novos inimigos
Para acalmar a revolta que me consome
Procurei pelos inimigos
Malditos vilões, óbvios culpados
Lutei sem cessar, sem descanso
Por ideais rasos, superficiais
Por ideologias absurdas, infâmes
Mas não consegui a trânquilidade para o meu peito
E essa saudade das lutas que não pude combater
Essa nostalgia, que queima, das coisas que não vivi
Minha juventude por um pouco de rebeldia
Desperdiçada em revoltas banais
Saudades de quando podia mudar o mundo
Saudade da diferença que nunca fiz
Mas que sempre estive disposto a fazer
quinta-feira, abril 17, 2008
Remorso
Eu inventei batalhas
Desculpas, inimigos
Para acalmar a revolta que me consome
Procurei Inimigos
Idealizei vilões, culpados
Lutei de forma inconsequente
Por ideais superficiais
Por ideologias absurdas, infames
E por fim não consegui tranquilizar meu peito
E essa saudade das lutas que não pude combater
Essa nostalgia das coisas que não vivi
Minha juventude rebelde
Desperdiçada com coisas banais
O vazio sem solução
Saudades de quando podia mudar o mundo
Saudade da diferença que nunca fiz
Mas que sempre estive disposto a fazer
Desculpas, inimigos
Para acalmar a revolta que me consome
Procurei Inimigos
Idealizei vilões, culpados
Lutei de forma inconsequente
Por ideais superficiais
Por ideologias absurdas, infames
E por fim não consegui tranquilizar meu peito
E essa saudade das lutas que não pude combater
Essa nostalgia das coisas que não vivi
Minha juventude rebelde
Desperdiçada com coisas banais
O vazio sem solução
Saudades de quando podia mudar o mundo
Saudade da diferença que nunca fiz
Mas que sempre estive disposto a fazer
quarta-feira, abril 09, 2008
terça-feira, março 25, 2008
Uma volta no mundo
Uma volta no coração
Falta na minha vida
É a presença do amigo
Parem de tentar me entender!
Eu quero um ouvido...
Que não demonstre compaixão, dó ou pena...
Quero compreensão!
Ninguém percebe ou se importa
Por meu coração sofrer pelos meus amores
Pelos pesadelos, pela tristeza
E o nosso mundo
Nessa dicotomia
É a realeza
É a escravidão
E o corção aprisionado
Sem entender
Perdido
Pela falta de bom senso
Segue a vida
Atropelando sonhos, sentidos e emoções
Segue a vida
E toda essa escuridão
E a verdade
É o medo de sentir
É o medo de ser
Ser Humano!
Uma volta no coração
Falta na minha vida
É a presença do amigo
Parem de tentar me entender!
Eu quero um ouvido...
Que não demonstre compaixão, dó ou pena...
Quero compreensão!
Ninguém percebe ou se importa
Por meu coração sofrer pelos meus amores
Pelos pesadelos, pela tristeza
E o nosso mundo
Nessa dicotomia
É a realeza
É a escravidão
E o corção aprisionado
Sem entender
Perdido
Pela falta de bom senso
Segue a vida
Atropelando sonhos, sentidos e emoções
Segue a vida
E toda essa escuridão
E a verdade
É o medo de sentir
É o medo de ser
Ser Humano!
quinta-feira, setembro 06, 2007
(I)Mortalidade da Alma
Ah, a imortalidade da alma
A forma etérea, vagante
O andar entre mundos distintos
O olor doce da eternidade
Ah, a mortalidade da alma
Minúsculas peças se dissipando no ar
Do que fora outrora consciência
Na imensidão do cosmos
Somos poeira estelar
A forma etérea, vagante
O andar entre mundos distintos
O olor doce da eternidade
Ah, a mortalidade da alma
Minúsculas peças se dissipando no ar
Do que fora outrora consciência
Na imensidão do cosmos
Somos poeira estelar
quinta-feira, outubro 19, 2006
Whisky
Toda a nossa natureza
Dentro de um copo de whisky
Lá no fundo as incompreensões
Mexe formando um turbilhão
As emoções misturadas
O doce veneno da desatenção
Cubos de gelo
Esfriam os ânimos
Derretem, devagar
Cada pedaço de amor
Um gole só
O copo vazio
Solidão
Dentro de um copo de whisky
Lá no fundo as incompreensões
Mexe formando um turbilhão
As emoções misturadas
O doce veneno da desatenção
Cubos de gelo
Esfriam os ânimos
Derretem, devagar
Cada pedaço de amor
Um gole só
O copo vazio
Solidão
Não-Amor
A minha recusa em aceitar
O tempo passou
Mentira!
Eu nunca te amei
E esse não-amor ainda dói
Não aguênto mais
a nitidez do teu rosto
Os sobressaltos quando ouço teu nome
Eu vou embora
Vou para qualquer lugar
Amnésia por favor!
Porque ainda?
Até quando?
Acabou...não quero
Não é poema...não é amor
Dor de cotovelo...
Escrever sobre amor era bom
Agora...
Palavras tristesem um papel em branco...
Vazio...e completo...
E as lembranças?
Só de quando era bom!
O tempo passou
Mentira!
Eu nunca te amei
E esse não-amor ainda dói
Não aguênto mais
a nitidez do teu rosto
Os sobressaltos quando ouço teu nome
Eu vou embora
Vou para qualquer lugar
Amnésia por favor!
Porque ainda?
Até quando?
Acabou...não quero
Não é poema...não é amor
Dor de cotovelo...
Escrever sobre amor era bom
Agora...
Palavras tristesem um papel em branco...
Vazio...e completo...
E as lembranças?
Só de quando era bom!
sexta-feira, setembro 15, 2006
Noite Solitária e Depressiva de Inverno
Desceu o véu negro
A escuridão está por todos os lados
Fecharam-se as saídas
Este quarto é tão pequeno
Fui jogado aqui
Com todos os meus medos
Sem armas, sem intenções
Os olhos não se acostumam com a solidão
Os motivos acabaram
Faltou transcender
Minhas pálpebras se fecham lentamente
E meus olhos ainda não se acostumaram com a solidão
Com a escuridão...
A escuridão está por todos os lados
Fecharam-se as saídas
Este quarto é tão pequeno
Fui jogado aqui
Com todos os meus medos
Sem armas, sem intenções
Os olhos não se acostumam com a solidão
Os motivos acabaram
Faltou transcender
Minhas pálpebras se fecham lentamente
E meus olhos ainda não se acostumaram com a solidão
Com a escuridão...
terça-feira, maio 09, 2006
segunda-feira, abril 24, 2006
Tantas horas passam
Corro atrás do futuro
Alguém descobriu?
Como alcançar o amanhã!
Alguém teve certeza?
Quantos ainda estão confusos
Duas crianças...
É amor! Quem sabe amar?
Eu já ouvi outros coros
E outros cupídos
Eu sei! Estupidos!
Por que não amar?
Eu já vi pessoas felizes
Prá onde vão?
Eu sei amar
Prá onde vou?
Corro atrás do futuro
Alguém descobriu?
Como alcançar o amanhã!
Alguém teve certeza?
Quantos ainda estão confusos
Duas crianças...
É amor! Quem sabe amar?
Eu já ouvi outros coros
E outros cupídos
Eu sei! Estupidos!
Por que não amar?
Eu já vi pessoas felizes
Prá onde vão?
Eu sei amar
Prá onde vou?
quinta-feira, abril 06, 2006
O Que Procura?
Ela sempre volta atrás
Sempre que decide alguma coisa
Volta atrás
Já quis ser baterista
Piloto de balão
Raspou o cabelo para virar budista
Caçadora de tubarão
Já usou Vitor Hugo
E a coleção da Renner verão
Quis viajar pelo mundo
E se encontrar na solidão
Já foi hippie, yuppie
Trabalhou na televisão
Nunca encontrou o que procura
Porque ela sempre volta atrás
Sempre que decide alguma coisa
Volta atrás
Já quis ser baterista
Piloto de balão
Raspou o cabelo para virar budista
Caçadora de tubarão
Já usou Vitor Hugo
E a coleção da Renner verão
Quis viajar pelo mundo
E se encontrar na solidão
Já foi hippie, yuppie
Trabalhou na televisão
Nunca encontrou o que procura
Porque ela sempre volta atrás
O tempo desperdiçado em acordes imperfeitos
Os dias passados contemplando o vazio
Os pés deixam de tocar o chão
É a estranha sensação de não ter mais alma
As coisas já não são tão reais
É a ilusão desses dias de luta
E eu tenho perdido as batalhas
Quantas ainda perderei antes de cair?
O vento não traz bons agouros
Corta lenta a carne
Leva o que resta de humano
E deixa no corpo solidão
Os dias passados contemplando o vazio
Os pés deixam de tocar o chão
É a estranha sensação de não ter mais alma
As coisas já não são tão reais
É a ilusão desses dias de luta
E eu tenho perdido as batalhas
Quantas ainda perderei antes de cair?
O vento não traz bons agouros
Corta lenta a carne
Leva o que resta de humano
E deixa no corpo solidão
quinta-feira, novembro 24, 2005
Ao Redor
Essa é a sua vida
Tão brilhante como o sol do domingo
Tão inútil quanto andar para trás
Veja as pessoas sentadas no bar
Só esperando cair
Essa cerveja já foi mais gelada
Pergunta para o Antonio
Tu continua um inútil
Deixando a vida passar
É claro que somos iguais
Mas e as nossas diferenças
Eu continuo com o olhar perdido
Mas não quero encontrar
É tão bom ficar parado
Quando tem muita coisa para fazer
Pode perguntar por aí
Eu já sorri antes
Agora não faço mais isso
Porque a cerveja já foi mais gelada antes
Pode perguntar para o Antonio
Tão brilhante como o sol do domingo
Tão inútil quanto andar para trás
Veja as pessoas sentadas no bar
Só esperando cair
Essa cerveja já foi mais gelada
Pergunta para o Antonio
Tu continua um inútil
Deixando a vida passar
É claro que somos iguais
Mas e as nossas diferenças
Eu continuo com o olhar perdido
Mas não quero encontrar
É tão bom ficar parado
Quando tem muita coisa para fazer
Pode perguntar por aí
Eu já sorri antes
Agora não faço mais isso
Porque a cerveja já foi mais gelada antes
Pode perguntar para o Antonio
quinta-feira, outubro 27, 2005
Ao Meu Amigo
Hoje o mundo adormeceu mais pobre
Nossos corações derramam lágrimas da inevitável saudade
Por alguém que ilumina, que incita à felicidade
Hoje o mundo perdeu outro sábio
O cara sentado na saleta da TV
O Companheiro de boemia, o melhor amigo
Hoje o mundo chora
E a multidão cala na sua ausência
A tristeza um dia acaba
Mas as lembranças, serão eternas
Hoje o céu ganhou uma nova estrela
Que brilha, noite e dia
Que nos guia através de sua luz
E que nunca irá partir...
Carneirão....já sentimos tua falta...
Nossos corações derramam lágrimas da inevitável saudade
Por alguém que ilumina, que incita à felicidade
Hoje o mundo perdeu outro sábio
O cara sentado na saleta da TV
O Companheiro de boemia, o melhor amigo
Hoje o mundo chora
E a multidão cala na sua ausência
A tristeza um dia acaba
Mas as lembranças, serão eternas
Hoje o céu ganhou uma nova estrela
Que brilha, noite e dia
Que nos guia através de sua luz
E que nunca irá partir...
Carneirão....já sentimos tua falta...
quinta-feira, outubro 20, 2005
A Fuga Da Montanha
Eu não sei mais como voltar
A montanha é traiçoeira
Apaga meus passos
Confunde minhas lembranças
O mistério ainda em segredo
A ira que me guia
E a capa como amiga
Se o futuro é incerto
O passado não ajuda
O eremita chora
Toda sua tristeza insana
O caminho da alegria, escondido
No verde vale da montanha
A montanha é traiçoeira
Apaga meus passos
Confunde minhas lembranças
O mistério ainda em segredo
A ira que me guia
E a capa como amiga
Se o futuro é incerto
O passado não ajuda
O eremita chora
Toda sua tristeza insana
O caminho da alegria, escondido
No verde vale da montanha
Hoje, Eu Só Te Vejo Partindo...
Os nossos caminhos
Tomaram rumos diferentes
Nossos destinos em desencontro
A tua lembrança ainda é latente
O teu gosto, o teu cheiro
O sentimento, um tanto recorrente
Nossa vida segue
Nós somos passado, não somos presente
Hoje, eu só te vejo partindo...
Tomaram rumos diferentes
Nossos destinos em desencontro
A tua lembrança ainda é latente
O teu gosto, o teu cheiro
O sentimento, um tanto recorrente
Nossa vida segue
Nós somos passado, não somos presente
Hoje, eu só te vejo partindo...
domingo, outubro 16, 2005
Do Meu Amor...
O meu amor é decadente
Não segue retas, não faz curvas
O meu amor é indecente
Diz baixarias, pensa sacanagens
O meu amor é inocente
Te sente com toda intensidade
E sofre como um medo de criança
Que mesmo pequena
Perdeu a esperança...
Não segue retas, não faz curvas
O meu amor é indecente
Diz baixarias, pensa sacanagens
O meu amor é inocente
Te sente com toda intensidade
E sofre como um medo de criança
Que mesmo pequena
Perdeu a esperança...
Quando?
Quando nada mais parece importar
Quando uma multidão atravessa em sua frente
Mas ninguém consegue te perceber
É, o mundo é grande demais
O ser é menor, é momentâneo
Já não fazem mais corações como antes
Para que sentir o sangue escorrendo?
Ele sempre evapora
Como a única lágrima que corre
Na face de outra criança...
Quando uma multidão atravessa em sua frente
Mas ninguém consegue te perceber
É, o mundo é grande demais
O ser é menor, é momentâneo
Já não fazem mais corações como antes
Para que sentir o sangue escorrendo?
Ele sempre evapora
Como a única lágrima que corre
Na face de outra criança...
sexta-feira, outubro 07, 2005
Cansei
Ainda gosto de você
Mas não quero mais ficar contigo
Sei que pode até soar estranho o que eu digo
Mas já cansei de me importar...
Deixa tudo como está
Já não há razão pra continuar
Essa é a última canção
Que vamos dançar
Já cansei de chorar...
Daquele tempo bom
Não vamos esquecer
Acabou
Adeus Você....
Mas não quero mais ficar contigo
Sei que pode até soar estranho o que eu digo
Mas já cansei de me importar...
Deixa tudo como está
Já não há razão pra continuar
Essa é a última canção
Que vamos dançar
Já cansei de chorar...
Daquele tempo bom
Não vamos esquecer
Acabou
Adeus Você....
quinta-feira, setembro 22, 2005
Quatro Estações
Noites frias de inverno
O coração solitário
A vida em desarranjo
Tardes quentes de verão
A beleza do pôr-do-sol
E o encanto do mar
Manhãs sombrias de outono
Tempo fechado para o amor
A mente sente a tristeza
Dias lindos de primavera
O corpo desabrocha em flores
E na beleza das quatro estações
O coração solitário
A vida em desarranjo
Tardes quentes de verão
A beleza do pôr-do-sol
E o encanto do mar
Manhãs sombrias de outono
Tempo fechado para o amor
A mente sente a tristeza
Dias lindos de primavera
O corpo desabrocha em flores
E na beleza das quatro estações
Passou...
O vazio no porta-retrato
Mostra a felicidade que se foi
Eu não encontro mais
Coisas tuas misturadas com as minhas
O vazio no meu peito
Suscita a tua ausência
E a tristeza no meu olhar
Por procurar e não te ver
De mais bela
Passou a mais temida
De amor
Passou a ela
No meu quarto escuro
As lembranças se esvaem, morrem
E contigo tu levas
Um pedaço do meu coração
Mostra a felicidade que se foi
Eu não encontro mais
Coisas tuas misturadas com as minhas
O vazio no meu peito
Suscita a tua ausência
E a tristeza no meu olhar
Por procurar e não te ver
De mais bela
Passou a mais temida
De amor
Passou a ela
No meu quarto escuro
As lembranças se esvaem, morrem
E contigo tu levas
Um pedaço do meu coração
Eu...
Eu procurando um motivo
Que Explique tudo o que está acontecendo
Eu negando todo o passado
Sem presente, fechado pro futuro
Eu sozinho, totalmente perdido
Preciso mesmo de carinho?
Ou essa estória não passa de mito
Eu do jeito que sinto
Eu sem encontrar sentido
O meu eu enfraquecido
Acho que preciso de alguns amigos....
Que Explique tudo o que está acontecendo
Eu negando todo o passado
Sem presente, fechado pro futuro
Eu sozinho, totalmente perdido
Preciso mesmo de carinho?
Ou essa estória não passa de mito
Eu do jeito que sinto
Eu sem encontrar sentido
O meu eu enfraquecido
Acho que preciso de alguns amigos....
Que Razões?
era para ser uma música...só que eu não sei tocar nenhum instrumento...
Não tenho razões ainda
Prá entender o que você falou
Procuro uma outra saída
Nem vem com esse ar de professor
Essa é minha vida
Não acredito que o destino te mandou
Quem foi que disse
Prá tomar conta de mim
Quem foi que disse
Que eu queria assim
Não tenho razões ainda
Prá entender o que você falou
Procuro uma outra saída
Nem vem com esse ar de professor
Essa é minha vida
Não acredito que o destino te mandou
Quem foi que disse
Prá tomar conta de mim
Quem foi que disse
Que eu queria assim
terça-feira, setembro 06, 2005
Histórias do Mundo
Batalhas sangrentas
A espada cravada no peito
E o coração parado
Estórias brandas
Cantigas na vitrola
E a criança à ninar
A realidade se mistura com os sonhos
As crenças com os medos
Pois o mundo não pode parar
A espada cravada no peito
E o coração parado
Estórias brandas
Cantigas na vitrola
E a criança à ninar
A realidade se mistura com os sonhos
As crenças com os medos
Pois o mundo não pode parar
segunda-feira, setembro 05, 2005
Ah! Se Eu Soubesse O Quanto Iria Me Custar Amar!
Eu que sempre busquei a solidão
Não vejo a hora de encontrar uma multidão
Eu que passava o tempo tentando afastar as pessoas
Torço para que alguém se aproxime
Ah! Se eu soubesse o quanto iria me custar amar
Eu que sempre quis passar despercebido
Agora imploro por atenção
Eu que nunca quis estar aprisionado
Procuro o cárcere como um alucinado
Ah! Se eu soubesse o quanto iria me custar amar
Não vejo a hora de encontrar uma multidão
Eu que passava o tempo tentando afastar as pessoas
Torço para que alguém se aproxime
Ah! Se eu soubesse o quanto iria me custar amar
Eu que sempre quis passar despercebido
Agora imploro por atenção
Eu que nunca quis estar aprisionado
Procuro o cárcere como um alucinado
Ah! Se eu soubesse o quanto iria me custar amar
domingo, setembro 04, 2005
Desespero
Meu coração está tomado de raiva
Por não te ter
Por não te querer
E ainda assim não te esquecer
Meu corpo está exausto
De tanto lutar por ti
De tanto lutar para não te ver
Minha mente está paralisada
Por não pensar em ti
Pensando em te esquecer
Por não te ter
Por não te querer
E ainda assim não te esquecer
Meu corpo está exausto
De tanto lutar por ti
De tanto lutar para não te ver
Minha mente está paralisada
Por não pensar em ti
Pensando em te esquecer
quinta-feira, setembro 01, 2005
Dias
Estes têm sido dias escuros
As nuvens carregadas
Insistem em pairar sobre minha cabeça
Como pode o tempo saber o que sinto
E porque joga na minha cara assim...
Na varanda eu espero
Por dias melhores
E por dentro desejo
Um dia de sol...
As nuvens carregadas
Insistem em pairar sobre minha cabeça
Como pode o tempo saber o que sinto
E porque joga na minha cara assim...
Na varanda eu espero
Por dias melhores
E por dentro desejo
Um dia de sol...
Sem Ti Sentir - versão original
O destino me falou
Que a vida ia me confundir
Caminhos iriam se cruzar
E o desamor ia ferir
As portas vão se abrir
Mas poucos vão entrar
A solidão é o meu fim
Sozinho por não te encontrar
Que a vida ia me confundir
Caminhos iriam se cruzar
E o desamor ia ferir
As portas vão se abrir
Mas poucos vão entrar
A solidão é o meu fim
Sozinho por não te encontrar
Vida Louca
Às vezes sinto falta de alguém
Que poderia tornar minha vida melhor
Às vezes prefiro viajar de trem
Melhor do que só ver carros ao meu redor
Têm coisas que a gente não pode escolher
E algumas não podemos resolver
A vida é louca...louco destino
Quando menos se espera
Você recebe o seu castigo
Sinto muito se eu te magoei
Me desculpe, mas é a primeira vezQue eu amo alguém
Que poderia tornar minha vida melhor
Às vezes prefiro viajar de trem
Melhor do que só ver carros ao meu redor
Têm coisas que a gente não pode escolher
E algumas não podemos resolver
A vida é louca...louco destino
Quando menos se espera
Você recebe o seu castigo
Sinto muito se eu te magoei
Me desculpe, mas é a primeira vezQue eu amo alguém
Será?
Estranho dizer que eu pareço contigo
Logo você, que não é minha amiga
Procuro evitar que um dia aconteça
De eu te encontrar e perder a cabeça
Procuro evitar que isso um dia aconteça
Se esse dia chegar
Espero que eu possa entender
Se eu tiver que te amar
Que dessa vez seja pra valer
Logo você, que não é minha amiga
Procuro evitar que um dia aconteça
De eu te encontrar e perder a cabeça
Procuro evitar que isso um dia aconteça
Se esse dia chegar
Espero que eu possa entender
Se eu tiver que te amar
Que dessa vez seja pra valer
Sempre Que Durmo Tarde
Sempre que durmo tarde
Eu acordo estranho
E às vezes me pergunto
O que será verdade?
Tudo é tão igual
Mas alguma coisa mudou
Um pensamento banal
Que me perturbou
Um dia você vai ver
Que o mundo pirou
Então vai perceber
Que você ajudou
E quando olhar para trás
E ver que não valeu a pena
Dirá que não imaginava, que ainda há tempo
Mas o tempo já se esgotou
Agora, a vida de quem ama
Está em tuas mãos
E como antes, você falhou
Eu acordo estranho
E às vezes me pergunto
O que será verdade?
Tudo é tão igual
Mas alguma coisa mudou
Um pensamento banal
Que me perturbou
Um dia você vai ver
Que o mundo pirou
Então vai perceber
Que você ajudou
E quando olhar para trás
E ver que não valeu a pena
Dirá que não imaginava, que ainda há tempo
Mas o tempo já se esgotou
Agora, a vida de quem ama
Está em tuas mãos
E como antes, você falhou
Não Deixe O Mar...
Eu vou te levar
Pra navegar
E descobrir
As ondas do mar
O céu sempre azul
O sol vai brilhar
Iluminando meu amor
Nessa noite de luar
Você vai ver
Um sentimento lindo
E como eu gosto de você
Nessa noite de luar
Você vai ter
Toda a paz e todo amor
Que eu dedico a você
Não deixe o mar
Acabar com nosso amor
Não deixe o mar
Transformar tudo em dor
Pra navegar
E descobrir
As ondas do mar
O céu sempre azul
O sol vai brilhar
Iluminando meu amor
Nessa noite de luar
Você vai ver
Um sentimento lindo
E como eu gosto de você
Nessa noite de luar
Você vai ter
Toda a paz e todo amor
Que eu dedico a você
Não deixe o mar
Acabar com nosso amor
Não deixe o mar
Transformar tudo em dor
A Menina Que Amei
escrita quando eu tinha 14 anos...
O céu azul escureceu
Mas a lua vai brilhar
Iluminando você
A menina que eu amei
Pensamentos soltos pelo ar
Ilusões que eu sempre sonhei
Como posso te esquecer
Se eu sempre te amei
E para sempre vou te amar
O céu azul escureceu
Mas a lua vai brilhar
Iluminando você
A menina que eu amei
Pensamentos soltos pelo ar
Ilusões que eu sempre sonhei
Como posso te esquecer
Se eu sempre te amei
E para sempre vou te amar
Na Boa
As coisas acontecem
A vida vai e vem
Pessoas fingem que se conhecem
Pessoas fingem não saber
Eu até não sei
Eu queria saber
Mas eu sempre sou último
Fazer o que...
A vida vai e vem
Pessoas fingem que se conhecem
Pessoas fingem não saber
Eu até não sei
Eu queria saber
Mas eu sempre sou último
Fazer o que...
quarta-feira, agosto 31, 2005
Sen(ti) Sentir
Sem ti sentir
Meu coração dorme só
Repousa quieto
Sem ti sentir
Meu corpo anda só
Se move sem rumo
Sem ti sentir
Minha mente pensa só
Alucina, vive de lembranças
Sem ti sentir
Eu não sinto
Eu fico só
Meu coração dorme só
Repousa quieto
Sem ti sentir
Meu corpo anda só
Se move sem rumo
Sem ti sentir
Minha mente pensa só
Alucina, vive de lembranças
Sem ti sentir
Eu não sinto
Eu fico só
Devaneios
Certeza eu não tenho nenhuma
Também pudéra é a mesma rua
E ainda assim tu estás desconfiado
Normal
Está tudo de cabeça para baixo
Tá ouvindo o barulho?
Vem daquele canto escuro
Será um gato ou um velho esfarrapado
Ou será um cão...que me olha atravessado
Parecendo irritado...com um cigarro na mão
Também pudéra é a mesma rua
E ainda assim tu estás desconfiado
Normal
Está tudo de cabeça para baixo
Tá ouvindo o barulho?
Vem daquele canto escuro
Será um gato ou um velho esfarrapado
Ou será um cão...que me olha atravessado
Parecendo irritado...com um cigarro na mão
Menina
Saída da vida, jeito de menina
Sem medo, sem sorte, amiga da morte
Cantando ou calada ela sempre aguarda
Um belo rosto de um jovem moço
Que sentindo-se forte, lhe agarre o cangote
Mas que seja de um jeito nobre
Pois não é mulher de vida fácil...
Um príncipe encantado ou o rei do cangaço
Não importa o que for
O que menina quer
É morrer de amor...
Sem medo, sem sorte, amiga da morte
Cantando ou calada ela sempre aguarda
Um belo rosto de um jovem moço
Que sentindo-se forte, lhe agarre o cangote
Mas que seja de um jeito nobre
Pois não é mulher de vida fácil...
Um príncipe encantado ou o rei do cangaço
Não importa o que for
O que menina quer
É morrer de amor...
Nação!
O dia está estranho hoje
Bombas não caem do céu
Pessoas que não morrem de fome
Nem vítimas em Israel
O mundo não é o mesmo de ontem
Ninguém está lutando para sobreviver
E as doenças que matavam
Já não matam mais você
Países do terceiro mundo
Já não choram os seus mortos
E no oriente
Guerrilheiros deixam os seus postos
Todos na mesma corrente
Trabalhando pela união
Não temos mais países
Somos uma só nação
Bombas não caem do céu
Pessoas que não morrem de fome
Nem vítimas em Israel
O mundo não é o mesmo de ontem
Ninguém está lutando para sobreviver
E as doenças que matavam
Já não matam mais você
Países do terceiro mundo
Já não choram os seus mortos
E no oriente
Guerrilheiros deixam os seus postos
Todos na mesma corrente
Trabalhando pela união
Não temos mais países
Somos uma só nação
Chegou Ao Fim
Parar de fazer o que eu faço?
Parar de falar o que eu falo?
Parar de pensar o que eu penso?
Parar de agir como eu ajo?
Você queria que eu mudasse para melhor
Melhor para quem? Para você ou para mim?
Você queria que eu fizesse o que me mandas fazer
Eu digo você não manda em mim
Você me disse para parar de beber
Mas eu só bebo para esquecer....Você!
Eu queria que você me tratasse melhor
Melhor para quem? Melhor para mim
Eu queria que você não me mandasse fazer
O que eu não quero fazer
Eu queria não ter que beber
Para tentar esquecer....Você!
A nossa história acabou
A vida é assim
O tempo não nos perdôou
Chegou ao fim
Parar de falar o que eu falo?
Parar de pensar o que eu penso?
Parar de agir como eu ajo?
Você queria que eu mudasse para melhor
Melhor para quem? Para você ou para mim?
Você queria que eu fizesse o que me mandas fazer
Eu digo você não manda em mim
Você me disse para parar de beber
Mas eu só bebo para esquecer....Você!
Eu queria que você me tratasse melhor
Melhor para quem? Melhor para mim
Eu queria que você não me mandasse fazer
O que eu não quero fazer
Eu queria não ter que beber
Para tentar esquecer....Você!
A nossa história acabou
A vida é assim
O tempo não nos perdôou
Chegou ao fim
Noites De Bar
Noites de bar
Noites solitárias
Cerveja e cigarro
Como amigos
E as lembranças
Noites de boemia
Noites sem fim
A tristeza como companhia
E a saudade
Como amiga mais antiga
Noites solitárias
Cerveja e cigarro
Como amigos
E as lembranças
Noites de boemia
Noites sem fim
A tristeza como companhia
E a saudade
Como amiga mais antiga
terça-feira, agosto 30, 2005
Porto Alegre
Caminhando por bairros e ruas
Eu descubro uma cidade inigualável
Pelas esquinas e avenidas
Por passarelas, encontro um mundo
De paisagens muito belas
Porto Alegre onde eu nasci
Me achei e me perdi
Não espere que um dia esquecerei
Eu vou ao brique, ao cinema, ao parcão
Encontro amigos, para a roda de chimarrão
Troco idéias, invento músicas com meu violão
Povo amado, me sinto honrado por ser cidadão
Porto Alegre onde eu nasci
Me achei e me perdi
Não espere que um dia esquecerei
Eu descubro uma cidade inigualável
Pelas esquinas e avenidas
Por passarelas, encontro um mundo
De paisagens muito belas
Porto Alegre onde eu nasci
Me achei e me perdi
Não espere que um dia esquecerei
Eu vou ao brique, ao cinema, ao parcão
Encontro amigos, para a roda de chimarrão
Troco idéias, invento músicas com meu violão
Povo amado, me sinto honrado por ser cidadão
Porto Alegre onde eu nasci
Me achei e me perdi
Não espere que um dia esquecerei
O Pensamento
Pergunte para seu coração
Que ele lhe responderá sentimentos
Tente ser racional
E verás que pode se defender desse mal...
Pergunte para o seu coração
De que jeito você vai escapar
Peça consciente o seu perdão
Que a dor ainda pode acabar
Pergunte para o seu coração
O que pode ser melhor
A fria escolha da razão
Ou a vida com mais emoção
Pergunte para o seu coração!!!
Que ele lhe responderá sentimentos
Tente ser racional
E verás que pode se defender desse mal...
Pergunte para o seu coração
De que jeito você vai escapar
Peça consciente o seu perdão
Que a dor ainda pode acabar
Pergunte para o seu coração
O que pode ser melhor
A fria escolha da razão
Ou a vida com mais emoção
Pergunte para o seu coração!!!
Última Esperança
O silêncio existiu...
Quando ela pensava em ficar
E me deixar ir...
E o coração ficou atormentado...
Por não saber, por não entender...
Ela não ficou, eu também não...
Por que ficaria, se ela levou consigo...
A última esperança de amor...
Quando ela pensava em ficar
E me deixar ir...
E o coração ficou atormentado...
Por não saber, por não entender...
Ela não ficou, eu também não...
Por que ficaria, se ela levou consigo...
A última esperança de amor...
O Tempo!
Onde está o tempo?
Acredito na persistência.
Onde está o tempo?
Acredito nas coisas reais.
E os sonhos?
Você havia perguntado sobre o tempo?
É. Onde está o tempo?
Sonhos são parte da realidade.
Então o sonho pode ser real, e o tempo?
O tempo acabou!
Acredito na persistência.
Onde está o tempo?
Acredito nas coisas reais.
E os sonhos?
Você havia perguntado sobre o tempo?
É. Onde está o tempo?
Sonhos são parte da realidade.
Então o sonho pode ser real, e o tempo?
O tempo acabou!
sábado, agosto 27, 2005
Partiam
Partiam
Iam embora sem palavra alguma
Iam embora simplesmente
Quem podia explicar?
Deixavam tudo para trás
Despedaçavam os corações de quem ficava
E iam, simplesmente
E foram
Todos que ficaram
Não entendiam
Mas deixaram-nos ir...
Iam embora sem palavra alguma
Iam embora simplesmente
Quem podia explicar?
Deixavam tudo para trás
Despedaçavam os corações de quem ficava
E iam, simplesmente
E foram
Todos que ficaram
Não entendiam
Mas deixaram-nos ir...
De Repente
De repente a escuridão
A minha mente viaja
Meus pés parecem não tocar o chão
De repente a escravidão
Meu destino ligado ao teu
Não permite outra escolha
De repente a lucidez
Eu já não te pertenço
Tu já não faz mais parte de mim
E então a loucura
Que me faz livre
E te livra de mim
A minha mente viaja
Meus pés parecem não tocar o chão
De repente a escravidão
Meu destino ligado ao teu
Não permite outra escolha
De repente a lucidez
Eu já não te pertenço
Tu já não faz mais parte de mim
E então a loucura
Que me faz livre
E te livra de mim
Sonho De Sonhar Sorrindo - Parte I
As vezes eu sonho
E as vezes eu vivo
Tem dias que eu acordo sonhando
Em outros eu acordo sorrindo
Se sonho, enlouqueço sorrindo
Vivo, as vezes sonhando e outras vezes sorrindo
Sorrindo um sonho enlouquecido
Enlouquecendo de sonhos e de sorrisos...
E as vezes eu vivo
Tem dias que eu acordo sonhando
Em outros eu acordo sorrindo
Se sonho, enlouqueço sorrindo
Vivo, as vezes sonhando e outras vezes sorrindo
Sorrindo um sonho enlouquecido
Enlouquecendo de sonhos e de sorrisos...
Sonho De Sonhar Sorrindo - Parte II
Sonhar vez em quando é triste
Triste sonhar enlouquecido
Triste pensar que pensa triste
Bom seria sonhar
Sonhar sorrindo
Quem sabe enlouquecido
Que sonha sorrindo
Ao invés de ficar dormindo...
Triste sonhar enlouquecido
Triste pensar que pensa triste
Bom seria sonhar
Sonhar sorrindo
Quem sabe enlouquecido
Que sonha sorrindo
Ao invés de ficar dormindo...
Sonho De Sonhar Sorrindo - Parte III
Sozinho e quieto
Consigo pensar
Pensar que consigo me anima
Quem sabe não desista
Sonhando, mas pensando na vida...
Consigo pensar
Pensar que consigo me anima
Quem sabe não desista
Sonhando, mas pensando na vida...
Sonho De Sonhar Sorrindo - Parte IV
De novo eu tenho vontade
De sonhar uma nova vida
Barreiras podem ser ultrapassadas?
Vontade de sonhar sorrindo
Enlouquecido, louco de satisfação...
De sonhar uma nova vida
Barreiras podem ser ultrapassadas?
Vontade de sonhar sorrindo
Enlouquecido, louco de satisfação...
Sonho De Sonhar Sorrindo - Parte V
Num triunfante final
Onde todas as formas se tornam belas
As máscaras caem
Revelando a verdadeira face da maldade
Nada mais pode ser dito
Nada mais tem significado
Se não poder sonhar sorrindo
Por não ter um coração enlouquecido
Onde todas as formas se tornam belas
As máscaras caem
Revelando a verdadeira face da maldade
Nada mais pode ser dito
Nada mais tem significado
Se não poder sonhar sorrindo
Por não ter um coração enlouquecido
O Retorno Ao Vale
Há tempos esquecidos
Os caminhos ao vale acabaram consumidos...
Mais verdes, mais cerrados
Escondendo o velho cajado...
A capa da maldade anuncia o retorno da ira
Abandonado o velho ermitão chora por sua sorte
Chora por sua vida!
Os caminhos ao vale acabaram consumidos...
Mais verdes, mais cerrados
Escondendo o velho cajado...
A capa da maldade anuncia o retorno da ira
Abandonado o velho ermitão chora por sua sorte
Chora por sua vida!
Verdade
Na marginalidade das almas
Se encontra a grandeza
A procura é profunda, é profana...
O teu véu de princesa
Não esconde sua distância da realeza...
A verdade que se aceita, não é a verdade da franqueza
A verdade que se aceita é a que se condiciona...
Se encontra a grandeza
A procura é profunda, é profana...
O teu véu de princesa
Não esconde sua distância da realeza...
A verdade que se aceita, não é a verdade da franqueza
A verdade que se aceita é a que se condiciona...
O Poema Que Ia
A tarde fria, espera companhia
Que triste acompanha, meu coração em agonia
Que só para de soluçar
Quando pensa em teu olhar
A vida que segue, já não tem alegria
Vai no descompasso de quem perdeu sua sintonia
Já não espera a noite, nem que a tarde finda
Deixa passar a vida, seguindo o poema que ia...
Que triste acompanha, meu coração em agonia
Que só para de soluçar
Quando pensa em teu olhar
A vida que segue, já não tem alegria
Vai no descompasso de quem perdeu sua sintonia
Já não espera a noite, nem que a tarde finda
Deixa passar a vida, seguindo o poema que ia...
Verde Vale da Montanha - Parte II
Passeios no vale
Aquele vale dos sonhos
O verde que inebria
O verde que embebeda
O doce olor de magia
O vale onde só um habita
Que vive, que mata
A solidão que espanta
Que é tamanha
É a maldição
Do verde vale da montanha
Aquele vale dos sonhos
O verde que inebria
O verde que embebeda
O doce olor de magia
O vale onde só um habita
Que vive, que mata
A solidão que espanta
Que é tamanha
É a maldição
Do verde vale da montanha
A Montanha
Sinto falta da montanha
E dos verdes vales ao redor
Da calmaria da encosta
E da confusão da floresta
Sinto falta das coisas que eu tinha
Da fogueira e do limo das pedras
Do céu cheio de estrelas e daquela lua linda
Sinto falta da vida de ermitão
Onde nunca estava sozinho
Pois tinha as fadas e os passarinhos!
E dos verdes vales ao redor
Da calmaria da encosta
E da confusão da floresta
Sinto falta das coisas que eu tinha
Da fogueira e do limo das pedras
Do céu cheio de estrelas e daquela lua linda
Sinto falta da vida de ermitão
Onde nunca estava sozinho
Pois tinha as fadas e os passarinhos!
Verdes Vales da Montanha
Vista a capa da maldade para atrair a chama
O ódio saindo das entranhas
Dos verdes vales da montanha
Salto do esconderijo negro
Atravesso a imensidão sombria
Carregado pelos braços da ira
Envolto em um turbilhão de desejos
Foste o fim, entretanto é só o começo
Triste fim terão os inimigos pois sofrerão no ardor da batalha
A fúria que provem daquela capa
A raiva embriagada de uma maldade lúcida
Remoendo no obscuro a dor que se esconde
Para jamais perder a alma e não ficar a mercê da eternidade
O ódio saindo das entranhas
Dos verdes vales da montanha
Salto do esconderijo negro
Atravesso a imensidão sombria
Carregado pelos braços da ira
Envolto em um turbilhão de desejos
Foste o fim, entretanto é só o começo
Triste fim terão os inimigos pois sofrerão no ardor da batalha
A fúria que provem daquela capa
A raiva embriagada de uma maldade lúcida
Remoendo no obscuro a dor que se esconde
Para jamais perder a alma e não ficar a mercê da eternidade
sexta-feira, agosto 26, 2005
A Saga Da Montanha
Parto em nova jornada e carrego comigo os meus pertences. Algumas roupas velhas e uma de domingo. Levo comigo algumas anotações, coisas sem valor, mas de muita importância.
Trago na mala outras viagens, outras despedidas, lembranças que são inesquecíveis, fragmentos de vida.
Atravesso esse singelo vilarejo, com suas cabanas de teto de palha. Um gordo bigodudo acena pra mim como se me desse boas-vindas e eu retribuo com umero aceno de cabeça.
Como posso deixar estas árvores, como posso partir sem levar a saudade ccomigo.
Assim, sigo caminhando e cumprimentando as pessoas, por fora estou sorrindo, mas por dentro é que sinto a viagem me consumindo.
O portal, a última fronteira, a última lembrança. A partir daqui estou por mim mesmo, sem paz, mas com esperança e a cabeça cheia de sonhos.
E agora, que caminho devo seguir, aonde cada destino irá me levar, qual a melhor rota a seguir...Só o tempo sabe a resposta, mas como alcança-lo é impossível, o que posso fazer...
Então vou pelo caminho que for e não importa os obstáculos e dificuldades que enfrentarei.
Já não vejo mais a vila, só a montanha com suas árvores e pedras. Não consigo parar de me preocupar com o que possa vir. Estou com medo, mas confiante e a cada passo uma nova aventura, uma nova mudança. Então, que venha a montanha...
Trago na mala outras viagens, outras despedidas, lembranças que são inesquecíveis, fragmentos de vida.
Atravesso esse singelo vilarejo, com suas cabanas de teto de palha. Um gordo bigodudo acena pra mim como se me desse boas-vindas e eu retribuo com umero aceno de cabeça.
Como posso deixar estas árvores, como posso partir sem levar a saudade ccomigo.
Assim, sigo caminhando e cumprimentando as pessoas, por fora estou sorrindo, mas por dentro é que sinto a viagem me consumindo.
O portal, a última fronteira, a última lembrança. A partir daqui estou por mim mesmo, sem paz, mas com esperança e a cabeça cheia de sonhos.
E agora, que caminho devo seguir, aonde cada destino irá me levar, qual a melhor rota a seguir...Só o tempo sabe a resposta, mas como alcança-lo é impossível, o que posso fazer...
Então vou pelo caminho que for e não importa os obstáculos e dificuldades que enfrentarei.
Já não vejo mais a vila, só a montanha com suas árvores e pedras. Não consigo parar de me preocupar com o que possa vir. Estou com medo, mas confiante e a cada passo uma nova aventura, uma nova mudança. Então, que venha a montanha...
sexta-feira, dezembro 24, 2004
Música de Natal
Essa música de natal foi escrita por meu pai e nunca foi publicada agora ela está aí.
"Hoje é um dia de paz
Tenho um sonho a sonhar
Como eu quis ele vem
Minha ilusão realizar
Todo Amor que eu der
Seja do jeito que for
Seja um gesto qualquer
Vai ser do jeito do amor
Papai Noel descobri...
Assim é que você é..."
Feliz Natal pra todos e que hoje seja um dia de paz e inspiração pra todos!!!!!
"Hoje é um dia de paz
Tenho um sonho a sonhar
Como eu quis ele vem
Minha ilusão realizar
Todo Amor que eu der
Seja do jeito que for
Seja um gesto qualquer
Vai ser do jeito do amor
Papai Noel descobri...
Assim é que você é..."
Feliz Natal pra todos e que hoje seja um dia de paz e inspiração pra todos!!!!!
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