Página em branco
Como em meu sonho surrealista
O gesto automático, palavras formadas sem intenção
Uma idéia abstrata, uma vontade de se ouvir
Tudo o que se quer, que se faz sentir
O jeito débil de expressar amor
A forma incoerente, inconstante
De se fazer sentir, sem fazer sentido
Quinta-feira, Setembro 06, 2007
(I)Mortalidade da Alma
Ah, a imortalidade da alma
A forma etérea, vagante
O andar entre mundos distintos
O olor doce da eternidade
Ah, a mortalidade da alma
Minúsculas peças se dissipando no ar
Do que fora outrora consciência
Na imensidão do cosmos
Somos poeira estelar
A forma etérea, vagante
O andar entre mundos distintos
O olor doce da eternidade
Ah, a mortalidade da alma
Minúsculas peças se dissipando no ar
Do que fora outrora consciência
Na imensidão do cosmos
Somos poeira estelar
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